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Cristiane Almeida
(Profª. do Projeto Inclusão Digital)

sábado, 18 de junho de 2011

Festa Junina.


Conheça os significados e a origem dessa tradição popular.

Hoje tem casamento na roça! Prepare a pipoca, esquente a canjica e corra para o arraial, mas não pule a fogueira, nem solte balões. Começou a festa de São João! Todo ano é a mesma coisa: quando chega o mês de junho, iniciam-se os festejos! É hora de tirar do armário aquela velha roupa no estilo caipira, ensaiar a quadrilha, comprar estalinhos e esperar pelas barracas repletas de comidas gostosas e jogos divertidos. A festa junina, sem dúvida, é uma tradição muito antiga. Mas você sabe como ela começou?


Antes da era cristã, alguns povos antigos -- persas, egípcios, celtas, sírios, bascos, sardenhos, bretões e sumérios -- faziam rituais para invocar a fertilidade de suas plantações. Eles acendiam fogueiras para espantar os maus espíritos e desejavam obter uma boa safra. Isso acontecia em junho, época em que se inicia o verão no hemisfério norte. Esses festejos se perpetuaram. Mais tarde, passaram a ser seguidos não só pelos camponeses, mas também pelos homens da cidade na Europa.

No entanto, os rituais eram considerados pagãos pela Igreja Católica. Como não era possível dar fim a uma tradição tão antiga, a Igreja adaptou essa celebração a seu calendário de festividades no século IV. Estava iniciada a Festa Junina, que recebeu este nome em homenagem a São João Batista, um dos santos mais importantes celebrados em junho. Os outros são Santo Antônio (no dia 13) e São Pedro (no dia 29).

Segundo a religião, quando São João Batista nasceu, no dia 24 de junho, sua mãe, Isabel, queria dar a notícia à prima Maria. Como naquela época não existia telefone, ela combinou que acenderia uma fogueira logo após o parto. Assim que Maria visse o sinal de fumaça, saberia do nascimento. Essa seria a explicação católica para a fogueira de São João.




No Brasil, essa tradição chegou com os portugueses no período colonial e recebeu o nome de Festa Junina. Naquela época, era de interesse da Igreja abençoar esse tipo de festa -- cheia de comida e dança -- para tentar converter infiéis, como os índios e os escravos africanos.

Antigamente, também, existiam práticas de adivinhações nas festas juninas. Acreditava-se que algumas pessoas tinham o poder de ler a sorte e prever o futuro. Por isso, muitas mulheres iam às festas para descobrir com quem casariam.

Hoje, os festejos juninos não têm mais o cunho religioso que tinham no passado e independem da Igreja para existir. Fazem parte de uma celebração popular que pertence a todos: bairros, colégios, clubes, secretarias de turismo etc. Além disso, ao se misturar com a cultura indígena e africana, a festa junina brasileira recebeu características próprias...

Doces à base de milho e leite de coco, comidas feitas com mandioca, os ritmos de forró misturados à quadrilha e até mesmo o pão-de-queijo mineiro fazem dessa tradição um festival de brasilidade!

Fonte: Instituto Ciência Hoje/RJ.


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Um comentário:

  1. Ótimo esclarecer sobre essa tradição popular, tão vivenciada pelos alunos, e por todos nós, e muitas vezes não fazemos ideia do seu real significado!

    Um abraço
    Tatiana Maciel

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